quarta-feira, 27 de março de 2013

“CPRM vai elaborar mapas geológicos em menos tempo”

Reginaldo Alves dos Santos explica estratégia de 
 integração de dados durante seminário 

De passagem pelo Rio de Janeiro, onde participou do seminário de geoquímica que reuniu pesquisadores da CPRM que atuam no programa de geoquímica da instituição em todo o Brasil, o chefe do Departamento de Geologia, Reginaldo Alves dos Santos explicou como será a estratégia de integração de dados geológicos, aerogeofísicos e geoquímicos, que visa tornar os produtos de cartografia geológica mais focados na descoberta de depósitos minerais. Além disso, segundo ele, a meta é reduzir o prazo para entrega de produtos de cartografia geológica, com a disponibilização, no prazo de um ano,  de mapas intermediários (Mapas Geológicos Preliminares), e elaboração de Mapas de Integração Geofísica-Geológica, para agregar valor aos levantamentos aerogeofísicos de alta resolução recentemente executados pela CPRM em grande parte do território nacional.  


O geólogo adiantou que essa estratégia já começou a ser utilizada em projetos-piloto de cartografia geológica na Bahia, Tocantins, Pará, Amazonas, Minas Gerais, Piauí e Mato Grosso do Sul. “Os primeiros estudos serão concluídos em agosto deste ano”, disse.  Santos destaca que 22% do território brasileiro já está mapeado com “geologia de qualidade”, nas escalas 1:250.000 e 1:100.000, e que a integração de dados busca alavancar investimentos em pesquisa mineral, na medida em que busca delimitar áreas potencias para mineração.

Segundo o geólogo, cerca de 90% do território nacional (embasamento cristalino) já estão levantados com aerogeofísica de alta resolução (magnetometria e gamaespectrometria), com espaçamento de 500 metros entre as linhas de voo. “Acreditamos que a interpretação desses levantamentos aerogeofísicos, integrados com os dados geológicos de projetos anteriores e atuais, pode gerar produtos no curto prazo, principalmente na Amazônia”, avalia. 

Confira entrevista:

Informe:  Na prática como será  essa integração de  dados geológicos, aerogeofísicos e geoquímicos?  

Reginaldo Alves dos Santos – Essa integração vai permitir a elaboração de mapas geológicos em menos tempo, e com maior objetividade. Na média, em dois anos vamos concluir dois produtos em nossos projetos de levantamento geológico. O trabalho será feito em duas etapas: no primeiro ano do projeto será elaborado um Mapa Geológico Preliminar, essencialmente factual, onde estarão incluídos todos os dados do campo e as análises petrográficas, após integração de trabalhos  anteriores com a interpretação de imagens dos diversos sensores remotos e da aerogeofísica. Assim, já teremos, após um ano, um mapa intermediário com legenda expandida, a ser disponibilizado ao público. O segundo ano do projeto inclui a parte mais interpretativa, com as análises químicas de rocha e as análises geocronológicas, concluindo-se com o mapa  final e o texto explicativo.

Informe: Quando e onde começa esse trabalho?

Santos – Já iniciamos uma série de projetos- piloto em diversos estados, entre eles Tocantins, Bahia, Piauí, Pará, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. Eles foram iniciados em agosto do ano passado, e os primeiros produtos serão concluídos em agosto deste ano, quando teremos mapas preliminares disponibilizados para consulta no Geobank.

 Informe: Essa mesma metodologia será usada  na Amazônia?

Santos – Sim, porém terão prioridade na Amazônia os mapas de integração geofísica-geológica, na escala 1:250.000. Nós temos hoje cerca de 90% do território nacional (embasamento cristalino) levantados com aerogeofísica de alta resolução. Então acreditamos que, para agregar valor a esses levantamentos a curto prazo, a melhor estratégia é a interpretação desses levantamentos aerogeofísicos integrados com dados de fotointerpretação e de projetos anteriores,  e com atividades de campo concentradas apenas  em cheques de anomalias. Os mapas resultantes serão disponibilizados no prazo máximo de um ano, e servirão  para planejamento e seleção de áreas para novos projetos de cartografia geológica da CPRM. Devido às suas características, eles deverão ter boa aceitação pelos usuários da comunidade geocientífica e da indústria mineral.

 Informe: Qual é a avaliação que o senhor faz do conhecimento geológico do País?

Geólogo Reginaldo Alves durante entrevista 
para Informe CPRM
Santos – A partir de 2003, houve a retomada dos levantamentos geológicos no Brasil pelo  governo, paralelamente à execução de um ambicioso programa de levantamentos aerogeofisicos.  Hoje, nós temos mapas atualizados em cerca de 22% do território nacional com geologia de qualidade. As novas estratégias de integração de dados e  a elaboração de novos produtos vai ajudar a disponibilização mais rápida de informações geológicas para  alavancar os investimentos na área mineral.  Isso é algo que queremos acelerar.

 Informe: Quantos projetos de mapeamentos serão finalizados este ano?

Santos – Estamos concentrando esforços para que até o final do ano pelo menos 50 projetos estejam concluídos e disponibilizados  na página da CPRM, através de seu banco de dados corporativo (Geobank). Este ano o lançamento de produtos de levantamentos geológicos deverá ser recorde.

Informe: Como estão os levantamentos geoquímicos?

Santos – Finalizamos recentemente importantes estudos geoquímicos regionais no Quadrilátero Ferrífero, em Minas Gerais, e no Rio Grande do Sul. Nosso programa de geoquímica está selecionando áreas para desenvolvimento de estudos nas principais províncias minerais brasileiras. A nossa meta é coletar cerca de 100 mil amostras de sedimentos de corrente e de concentrados de bateia, principalmente na Província da Borborema, nordeste do Brasil, e também em Tocantins, no norte da Bahia, no oeste de Minas Gerais e na região amazônica.

Informe: Como a CPRM está preparando os geólogos da empresa para enfrentar esse desafio?

Santos – Reativamos o Centro Integrado de Estudos Geológicos (CIEG) de Morro do Chapéu, na Bahia, para reciclar e capacitar nossos profissionais.  Os geólogos que já estão na empresa estão passando por uma reciclagem de conhecimentos, inicialmente focados em cartografia geológica. Quanto aos novos geólogos que vão chegar com o novo concurso público - 100 novos geólogos vão ser contratados para atuar no mapeamento e na pesquisa mineral -, todos irão passar por um treinamento básico.  Em abril começa o segundo curso de reciclagem em mapeamento geológico no CIEG para 16 geólogos de diversas partes do Brasil,  e no próximo semestre  estão previstos mais dois cursos.

Informe: Que balanço o senhor faz desse seminário de geoquímica?

Santos – Esse seminário faz uma análise crítica dos procedimentos operacionais que vêm sendo utilizados neste tema, e propõe ajustes para otimização desses procedimentos. As discussões destacam a necessidade de maior integração da prospecção geoquímica com os dados de levantamentos aerogeofísicos, para agregar valor aos mapeamentos geológicos e aos estudos metalogenéticos e, consequentemente, levar à delimitação de áreas para pesquisa mineral, nossa missão principal.

Informe: Então, como  vocês estão definindo as estratégias?

Santos – A estratégia principal visa o melhor tratamento de dados multidisciplinares desde o início dos projetos, para tornar mais rápidos e objetivos nossos mapeamentos geológicos, sempre com o foco na identificação e delimitação de áreas potenciais para descoberta de novos depósitos minerais.  Paralelamente, formaremos grupos especializados em análise metalogenética, que atuarão especificamente na integração dos dados geológicos, geofísicos e geoquímicos em todos os projetos.  

Informe: Essa integração também inclui a área de pesquisa mineral da CPRM?

Santos – Sem dúvida. Envolve principalmente uma integração entre os departamentos de Geologia e de Recursos Minerais.  Mas, para que essa integração aconteça de fato, vamos unir forças para que essa relação seja consolidada desde o nível de departamento até a conscientização e motivação das equipes executoras dos  projetos. Vamos trabalhar juntos e os treinamentos vão acontecer também na área de pesquisa mineral.

CPRM participa de Workshop sobre geofísica

                        Abertura do Workshop

O diretor de Geologia e Recursos Minerais do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), Roberto Ventura, participou nesta quarta-feira (27/03), de workshop que discutiu temas relacionados à geofísica mineral. O evento promovido pela empresa CGG acontece no Rio de Janeiro, e conta com a presença de diversos profissionais que atuam na área de geofísica. A chefe da Divisão de Geofísica, Maria Laura Vereza de Azevedo, também participou do workshop.

Durante o workshop, estão sendo apresentadas técnicas para mapeamento e monitoramento geofísico, metodologias de aerogeofísica, interpretação geofísica e exploração mineral, utilizadas em diversos países. Ao fim de cada apresentação, os participantes tiveram oportunidade de tirar dúvidas e levantar questões para debate.

terça-feira, 26 de março de 2013

CPRM lança mapa geológico do Polo Cerâmico de Santa Gertrudes



Francisco Valdir Silveira durante apresentação
A CPRM através da Superintendência Regional de São Paulo lançou hoje (26/3) mais um produto do PAC – o mapa geológico do Polo Cerâmico de Santa Gertrudes na escala 1:100.000. Este trabalho teve a Coordenação Institucional do Departamento de Recursos Minerais  e técnica através da Divisão de Minerais e Rochas Industriais, tendo sido executado pela Gerência de Geologia e de Recursos Minerais de São Paulo. A apresentação foi efetuada pelo chefe do Projeto Roberto Loretti.


Ruben Sardou no lançamento do mapa geológico
A região do polo cerâmico é responsável por cerca de 60% da produção de insumos para indústria cerâmica do Brasil, e 86% da produção paulista, nela são explotadas argilas para cerâmica vermelha, revestimento e louça sanitária. O polo cerâmico de Santa Gertrudes (1.039,52 km2), abrange os municípios de Cordeirópolis (137,34 km2), Ipeúna (190,53 km2), Iracemápolis (115,95 km2), Rio Claro (498,01 km2) e Santa Gertrudes (97,69 km2). Vale ressaltar que a região do polo abrange também os municípios de Piracicaba, Araras e Limeira. Em 2011 alcançou uma produção de 506 milhões de m³ de placas cerâmicas.

Estiveram presentes José Carlos Garcia, da Sureg-SP;  Elizete Domingues, da Gerência de Geologia e de Recursos Minerais; Francisco Valdir Silveira, do Departamento de Recursos Minerais e Ruben Sardou, da Divisão de Minerais e Rochas Industriais. Além de Luiz Chieregati, chefe do Núcleo de Apoio Técnico de Curitiba que expôs o estágio atual do Informe de Recursos Minerais da Região Metropolitana de Curitiba, contando também com a participação do consultor do projeto geólogo Antenor Zanardo e representantes do Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo, Marsis Cabral Junior e Carlos Gaba, que fez uma apresentação sobre o Plano Diretor de Mineração da região do Polo Cerâmico, que subsidiará o Informe de Recursos Minerais do Polo Cerâmico, a ser lançado até junho/13, além de vários técnicos daquela Superintendência.  

Roberto Loretti explica metodologia


segunda-feira, 25 de março de 2013

Abertas as inscrições para 13° Simpósio de Geologia da Amazônia



Já estão abertas as inscrições para o 13º Simpósio de Geologia da Amazônia, que será no Centro de Eventos Benedito Nunes -  Campus da Universidade Federal do Pará, em Belém, no período de 22 a 26 de setembro de 2013. As inscrições vão até o dia 15 de agosto.

Historicamente, os simpósios de Geologia da Amazônia promovidos pela Sociedade Brasileira de Geologia tem sido o principal fórum de divulgação do conhecimento técnico e científico das Geociências na Amazônia Legal e da Panamazônia, além de suscitar discussões sobre temáticas de interesse social relacionadas aos recursos minerais, incluindo os energéticos. Proporcionando também a interação e congraçamento entre profissionais, pesquisadores, professores, estudantes e gestores.

A temática desta edição Recursos Minerais e Sustentabilidade Territorial na Amazônia, busca uma reflexão sobre o desenvolvimento econômico, social e a ocupação do espaço nas várias regiões relacionadas às áreas onde se tem implantados projetos de mineração na Amazônia, com todas as suas peculiaridades, com uma preocupação sobre a sustentabilidade do território com agregação de valores do tripé econômico-ambiental-social.

Os participantes terão à sua disposição um leque de atividades estruturadas no formato de simpósios temáticos, sessões técnico-científicas, conferências, mesas-redondas, excursões, minicursos, visitas técnicas, reuniões especiais e lançamento de livros; e uma ampla programação cultural e social para os participantes e acompanhantes, tanto na cidade de Belém quanto em outras localidades turísticas do Pará. Será montada a Feira de Exposição do 13º SGA, que será um excelente espaço para divulgação de produtos e serviços, realização de negócios e oferta de empregos à geólogos e outros profissionais. E, em caráter inédito, será ofertado um programa específico de conhecimentos em Geociências para os professores de Ciências de escolas públicas e privadas do estado do Pará que inclui uma Feira de Ciências e um workshop.

As inscrições poderão ser feitas pelo site: http://www.13sga.sbg-no.org.br/

sexta-feira, 22 de março de 2013

Superintendência de Porto Alegre comemora Dia Mundial da Água


Marcos Alexandre Freitas e Roberto Kirchheim fizeram 
palestras em eventos comemorativos ao Dia Mundial da Água

No dia 20 de março, a Superintendência de Porto Alegre (Sureg-PA) comemorou o Dia Mundial da Água promovendo a palestra “Ação Emergencial – Seca do Nordeste 2012: Relatos e Experiência”.

Ministrada pelo geólogo Roberto Kirchheim em parceria com o geólogo Heinz Trein e o técnico Bruno Schiehl, a palestra abordou o contexto, a sistemática e os resultados desta ação, desenvolvida ao longo de cerca de 20 dias de trabalho de campo, sob a coordenação da Superintendência de Recife (Sureg-RE).

Durante a atividade, cada equipe responsabilizou-se em desenvolver o diagnóstico das fontes e possíveis alternativas de abastecimento em um grupo de municípios fortemente impactados pela estiagem. Kirchheim comentou sobre a importância institucional da ação e a visibilidade obtida pela CPRM em nível nacional. Do ponto de vista pessoal o técnico destacou tratar-se de uma oportunidade de conhecer a fundo a nova realidade técnica, social e cultural. O desafio, entretanto, consiste em migrar de uma ação emergencial para um envolvimento da CPRM de caráter mais integrado e de longo prazo, destacou.


Seminário das Águas em Santa Catarina

Também em comemoração ao Dia Mundial da Água, o geólogo Marcos Alexandre Freitas, responsável pela Gerência de Hidrologia e Gestão Territorial de Porto Alegre (Gehite-PA), ministrou a palestra "Águas Subterrâneas" no Seminário das Águas, no município de Xanxerê, no estado de Santa Catarina.

Realizado no dia 21 de março, o seminário foi organizado por diversas entidades, entre elas o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Chapecó - Irani e órgãos de Xanxerê. Segundo os organizadores, o objetivo do evento propor a criação de um debate permanente sobre águas superficiais e o aquífero Guarani, bem como discutir o planejamento do uso dos recursos hídricos, a preservação do meio ambiente e o desenvolvimento sustentável do município e região.

Já no dia 22 de março, Marcos Alexandre proferiu uma palestra no município de Cordilheira Alta (SC), em evento onde foram tratados assuntos como o aproveitamento das águas de chuva, utilização de cisternas, qualidade das águas de fontes e águas subterrâneas no oeste de Santa Catarina. 


CPRM participa de encontro de ouvidorias públicas

Ministro chefe da Controladoria Geral da União, 
Jorge Hage Sobrinho, e o ouvidor geral da União, 
José Eduardo Romão


Ouvidores de instituições públicas reuniram-se em Brasília, na semana passada, para discutir a constituição de um sistema único, com o objetivo de fortalecer o trabalho e a autonomia das ouvidorias públicas brasileiras.  Ouvidora do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), Cinara Santos representou a empresa no encontro que abordou assuntos como a utilização das informações recebidas pela Lei de Acesso à Informação como uma oportunidade para troca de experiências entre os órgãos, além de melhoria da gestão e estímulo à cidadania.


Na ocasião, o ministro chefe da Controladoria Geral da União, Jorge Hage Sobrinho, disse acreditar que o sistema de ouvidorias faz parte do avanço de participação e clareza, e exemplificou o Portal da Transparência. “O Brasil já é reconhecido por adotar uma política participativa”, destacou.

O encontro contou também com a participação de estudiosos renomados como o professor e doutor em direito constitucional pela Universidade de Barcelona, Eduard Roig Molés.

Exposição sobre geologia marinha será realizada no Rio de Janeiro



A exposição sobre geologia marinha acontece em maio no píer da Praça Mauá. Paralelo ao evento também será realizado seminário que vai reunir pesquisadores brasileiros, e da comunidade internacional, além de autoridades do governo. Juntos eles irão discutir e debater as mais recentes pesquisas marinhas voltadas para o meio ambiente, biodiversidade e potencial mineral dos oceanos.  

A exposição também contará com navio japonês Yokosuka, que estará atracado no píer para visitação. O navio traz a bordo, o submersível Shinkai 6500, que vai levar pesquisadores brasileiros para conhecer o leito marinho de áreas do Atlântico Sul. O evento faz parte da cooperação técnica entre o Brasil e Japão, e conta a parceria da Marinha do Brasil.

Durante a exposição o Serviço Geológico Brasil (CPRM) irá exibir amostras de rochas, equipamentos e fotografias das expedições que estão sendo realizadas pela instituição, e envolve várias ações de pesquisa tanto na plataforma continental jurídica brasileira, quanto em águas internacionais. O projeto é considerado estratégico para o governo porque além de ampliar a presença do País no Atlântico, busca mapear a ocorrência de depósitos minerais e avaliar o potencial mineral da região.

A programação do evento foi discutida nesta quinta-feira (21/3), no escritório da CPRM, no Rio de Janeiro. A reunião contou com presença de representantes dos parceiros envolvidos no projeto. O Ministério de Relações Exteriores também participou da reunião por videoconferência. De Brasília o secretário da Divisão de Ciência e Tecnologia do Itamaraty, Thiago Carvalho de Medeiros, acompanhou a definição da programação da exposição.

O encontro contou com presença do diplomata responsável pela área de  Ciência e Tecnologia da Embaixada do Japão, Takayoshi Fukuyo, do Cônsul Seção Econômica, Hirokazu Tanaka, e da pesquisadora especial, Shizuka Kishi, ambos do Consulado Geral do Japão no Rio. Pela Marinha, o Comandante Carlos Leite, da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar –SECIRM. A reunião foi conduzida pela Chefe da Assessoria de Assuntos Internacionais – ASSUNI, Maria Glícia da Nóbrega Coutinho, e contou participação do chefe do Departamento de Relações Institucionais – DERID, Ernesto von Sperling, da pesquisadora de geociências da ASSUNI, Fátima Nascimento, e do analistas de geociências, Luís Fernando Barbosa de Almeida e Luciana Albuquerque Belém; além de representante da empresa responsável pela administração do porto.