sexta-feira, 20 de março de 2009
Entrevista com Manoel Barretto
O presidente do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), Manoel Barretto, concedeu entrevista para a rede NBR na qual falou sobre prevenção de riscos de desastres naturais.
quinta-feira, 22 de março de 2007
Lançamento do livro “Geologia Médica no Brasil”
Este livro tem por objetivos divulgar fundamentos, metodologias e resultados de investigações já realizadas dentro do conceito multidisciplinar da Geologia Médica. O conteúdo é composto por artigos relativos às apresentações de pesquisadores brasileiros por ocasião da realização, em junho de 2005, no Rio de Janeiro, nas dependências do Serviço Geológico do Brasil CPRM, do Workshop Internacional de Geologia Médica. Esta iniciativa não tem a pretensão de abarcar todo o universo de pesquisadores atuantes na interface Geociências e Saúde, mas apresentar um panorama que reflita, de forma significativa, a situação atual no Brasil dessa integração de disciplinas no enfrentamento de problemas ambientais de saúde.
São apresentadas no primeiro artigo, escrito pelo Dr. Olle Selinus (IMGA), as noções básicas e a evolução histórica da Geologia Médica no âmbito mundial. Segue uma breve descrição do estado da arte da Geologia Médica no Brasil, ressaltando-se em capítulo específico a importância da Epidemiologia como base da avaliação dos agravos à saúde no contexto da Geologia Médica. Também é apresentado o programa brasileiro de vigilância em saúde relacionadas a substâncias químicas.
Os demais artigos apresentam os resultados de pesquisas realizadas por várias instituições e regiões do Brasil, abordando temas relacionados ao conceito de Geologia Médica. Nesses trabalhos, dados produzidos pelas disciplinas ligadas à Geologia são correlacionados com os dados de saúde das populações, no sentido de busca e definição de nexos causais, ou de levantamento de hipóteses de trabalho a serem desenvolvidas.
Finalizando, gostaríamos de agradecer a todos os autores pela valiosa contribuição, em especial à Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro – FAPERJ, pelo apoio financeiro, ao Serviço Geológico do Brasil – CPRM Sociedade Brasileira de Geoquímica – SBGq, e a International Medical Geology Association-IMGA pelo incentivo e apoio logístico, certos de que juntos estamos contribuindo para a divulgação e desenvolvimento da geologia médica no Brasil, consequentemente, melhorar a qualidade de vida de nossa população.
Os demais artigos apresentam os resultados de pesquisas realizadas por várias instituições e regiões do Brasil, abordando temas relacionados ao conceito de Geologia Médica. Nesses trabalhos, dados produzidos pelas disciplinas ligadas à Geologia são correlacionados com os dados de saúde das populações, no sentido de busca e definição de nexos causais, ou de levantamento de hipóteses de trabalho a serem desenvolvidas.
Finalizando, gostaríamos de agradecer a todos os autores pela valiosa contribuição, em especial à Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro – FAPERJ, pelo apoio financeiro, ao Serviço Geológico do Brasil – CPRM Sociedade Brasileira de Geoquímica – SBGq, e a International Medical Geology Association-IMGA pelo incentivo e apoio logístico, certos de que juntos estamos contribuindo para a divulgação e desenvolvimento da geologia médica no Brasil, consequentemente, melhorar a qualidade de vida de nossa população.
segunda-feira, 29 de maio de 2000
Entenda a Elevação do Rio Grande
Entenda a Elevação do Rio Grande:
Segundo o pesquisador Eugênio Frazão existem na Elevação do Rio Grande recursos minerais com valor econômico que ainda estão em processo de requerimento junto a International Seabed Authority (ISA) com sede em Kingston na Jamaica e responsável por regular a exploração do fundo do mar em águas internacionais sob a Convenção da ONU sobre o Direito do Mar de 1982 - decidiu priorizar a criação de regras para concessão de autorizações para sua mineração, estabelecidas em 2010, pois esta área pode realmente vir a constituir, no futuro, até uma futura Serra Pelada no Mar.
Durante muito tempo, os céticos afirmavam que a mineração no fundo do mar era um sonho equivalente a procurar riquezas na Lua, mas os avanços na tecnologia de exploração submarina, unidos a ferramentas desenvolvidas originalmente para a exploração de petróleo e gás a partir de plataformas em alto-mar, estão mudando este cenário. Combinando tudo isso com a perspectiva de esgotamento das reservas de alguns metais no continente nas próximas décadas, com o consequente aumento nos seus preços, essas áreas requeridas junto a ISA pela CPRM serão importantes do ponto de vista estratégico e político para o Brasil.
Atualmente, a maioria dos contratos de exploração são para sulfetos, nódulos e de crostas Fe-Mn, como por exemplo, na Zona de Clarion-Clipperton, uma região entre duas fissuras ao norte do equador no Oceano Pacífico e próxima ao arquipélago havaiano.
A Elevação do Rio Grande é uma grande montanha no fundo do Atlântico Sul, na altura do estado do Rio de Janeiro, a cerca de 1,5 mil quilômetros da costa brasileira, ou seja, em águas internacionais. A elevação vem sendo estudada pelos geólogos da CPRM desde 2009.
Desde a década de 60, vários países como a França, Alemanha e Coreia exploram áreas em águas internacionais. Elas são consideradas patrimônio da humanidade pela Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos do Mar.
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