sexta-feira, 4 de outubro de 2013

CPRM testa equipamento portátil de fluorescência de raio X


Pesquisadores da CPRM foram a campo no Granito Serra Dourada, na cidade de Minaçu (GO), para testar a fluorescência portátil de raio X. A viagem aconteceu de 27 a 29 de setembro e os testes foram realizados pela geóloga Lucy Chemale, sua estagiaria Lilian Dias, o técnico em informática Fabiano da Silva, o representante da empresa Arotec, Alex Gonçalves, e o pesquisador em aplicação da Olympus (EUA), Edgar Jimenez.

A CPRM adquiriu nove novos equipamentos de fluorescência portátil de raio X. Este equipamento mede a composição química da amostra instantaneamente e pode ser utilizado para estudo de rochas, solos, sedimentos, entre outros.



O equipamento portátil de fluorescência raio X facilita os estudos, pois ainda no campo, o geólogo consegue saber a composição da amostra. Quando realiza a amostragem de solos para delimitação de objetos geológicos de interesse, pode avaliar se é necessário continuar o perfil de amostragem. Além de dar uma resposta mais rápida, em termos de resultados analíticos, o equipamento também diminui a quantidade de materiais a serem enviados ao laboratório. Estes fatores são importantes, pois assim se economiza tempo e recursos na execução de projetos. 



Mas, como todos os equipamentos, a fluorescência portátil de raio X também possui limitações, por exemplo, a umidade e os tamanhos dos grãos podem fazer com que o aparelho dê um resultado errado. Por isso, é importante que o geólogo além de experiente na área, também entenda as limitações do equipamento. "Foi este o objetivo da viagem, testar o equipamento e entender suas limitações para que os geólogos tenham segurança no uso do equipamento no campo. Pois entendendo melhor as limitações, entendem-se melhor os resultados", conta Lucy.



O engenheiro da Olympus, Edgardo Jimenez, que foi nesta viagem, também ministrou um curso sobre o equipamento, na Universidade de Brasília. A geóloga Lucy esteve presente e vai preparar um protocolo/metodologia de uso do equipamento no campo.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Estudantes de escola técnica visitam escritório do Rio de Janeiro

O geógrafo Marcelo Dantas apresenta a geologia
ambiental da CPRM

Alunos do ensino médio técnico em meio ambiente do Instituto de Cultura Técnica (ICT), de Volta Redonda (RJ), visitaram, na quarta-feira (2/10) o prédio histórico da CPRM no Rio de Janeiro. A visita guiada por Rosa Pires, do Departamento de Relações Institucionais e Divulgação (Derid), contou ainda com palestra do geógrafo Marcelo Dantas, que apresentou o trabalho de geologia ambiental da instituição. Os estudantes também conheceram o acervo de minerais, rochas, fósseis e meteoritos do Museu de Ciências da Terra que está participando da 7ª Primavera dos Museus este mês.

Durante palestra, Marcelo Dantas lembrou do histórico da CPRM em trabalhos na área de geologia ambiental. “É uma história de conhecimento acumulada na CPRM por mais de duas décadas.” O geógrafo apresentou estudos voltados para zoneamentos ecológicos e econômicos; geodiversidade e estudos aplicados para elaboração de geoparques.

“Essa é uma visita técnica para complementação do conteúdo em sala de aula. A excursão também tem o objetivo de deixar a matéria mais dinâmica”, explica a professora Márcia Vieira. Ela disse que já esteve outras vezes na CPRM trazendo diferentes grupos de alunos. “Sempre que eu posso eu trago os estudantes. Acho muito importante e adoro o conteúdo que a empresa pode oferecer”, avalia.


O estudante Mateus Maia destaca que a palestra foi de grande importância porque lhe trouxe a oportunidade de ouvir profissionais que já atuam na área que ele estuda. “Acredito que a apresentação enriqueceu bastante o nosso conhecimento”. Maia também avaliou a visita ao Museu. “Vimos coisas inéditas e um acervo muito rico. Achei bem interessante”.


Os estudantes conheceram o Museu de Ciências 
da Terra
Alunos do Instituto de Cultura Técnica (ICT)










Superintendência de Recife realiza curso de atualização em curvas-chave



Foi realizado durante esta semana na Superintendência Regional do Recife (Sureg-RE) o Curso de Avaliação das Vazões Brutas. Destinado aos profissionais ligados à hidrologia  o treinamento busca atualizar os pesquisadores na área específica das curvas-chave.

O curso, conduzido pela pesquisadora em geociências Cristiane Ribeiro de Melo, da Sureg-Re, e pelo pesquisador em geociências José Francisco Rego e Silva, da Residência de Fortaleza, busca melhorar a qualidade destas curvas-chave e das vazões geradas a partir delas. A geração de vazões brutas, a partir das cotas registradas nas réguas das estações fluviométricas, faz parte da rotina dos trabalhos de análise preliminar de dados dos profissionais que trabalham na área de hidrologia. Estas vazões são geradas a partir das curvas-chave, que necessitam de atualização constante devido às modificações ocorridas nos trechos dos rios ao longo dos anos.  

O treinamento é destinado a profissionais lotados nas sedes do Serviço Geológico do Brasil de Recife, Teresina, Fortaleza, Salvador, Goiás e Belo Horizonte, além de contar com dois participantes convidados do Instituto de Terras e Reforma Agrária do Estado de Pernambuco (Iterpe). Os dados relativos às curvas-chave estão disponíveis para usuários e podem ser encontrados no site do Sistema de Informações Hidrológicas da Agência Nacional de Águas (Ana), no endereço http://hidroweb.ana.gov.br/.






quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Atlas Geoquímico vai mapear áreas contaminadas em nove estados

A geóloga Fernanda Cunha apresenta a Geomedicina
O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) vai disponibilizar estudo em nove estados que indicam áreas contaminadas por elementos prejudiciais à saúde ambiental e humana. O estudo está sendo elaborado nos estados de Roraima, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo, é deverá ser finalizada no ano que vem com o lançamento do Atlas Geoquímico.


O trabalho faz parte do projeto Levantamento Geoquímico Multiuso e foi apresentado quinta-feira (26/9) pela geóloga Fernanda Cunha durante encontro “Tardes Hidrogeológicas”, promovido pela Associação Brasileira de Águas Subterrâneas (Abas), no Rio de Janeiro.

Técnicos participam do encontro “Tardes Hidrogeológicas”
Fernanda Cunha abordou a aplicação da geomedicina em temas de gestão da saúde pública. A geóloga explicou que o projeto desenvolvido pela CPRM tem como objetivo disponibilizar os dados gerados para estudos em diversas áreas, como pesquisa mineral, ambiental, agricultura, ocupação dos solos e saúde pública.


O projeto é desenvolvido pela Diretoria de Hidrologia e Gestão Territorial (DHT) com coordenação do chefe do Departamento de Gestão Territorial (Deget), Cássio Roberto da Silva. Para elaboração dos atlas geoquímico, a CPRM utiliza recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e, após concluídos, serão disponibilizados para os gestores municipais e a sociedade na escala 1:500.000.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Trabalho de campo do Projeto Construção Civil é realizado em Curitiba

Alto do Purunã – Balsa Nova, PR
Amostragem de argila
Foram desenvolvidos trabalhos de campo do Projeto Insumos Minerais para Construção Civil na região Metropolitana de Curitiba. Os trabalhos aconteceram no mês de setembro com visita a produtores de argila e brita, além de ser realizada amostragem nos municípios de Balsa Nova e Campo Largo. Participaram destes trabalhos o chefe da Divisão de Minerais Industriais (Dimini), Ruben Sardou Filho e o chefe do Núcleo de Apoio Técnico de Curitiba, Luiz Antônio Chieregati.

O Projeto apresenta uma característica diferente dos demais projetos em áreas metropolitanas, dada a sua grande extensão. A Região Metropolitana de Curitiba (RMC) é a segunda maior do país dentre as que encerram a capital do Estado. Apresenta uma área de quase 15.500 km2, representando 7,7% do território do Paraná.  

Produção de areia a partir de arenitos 
Esse aspecto, aliado à grande diversidade geológica da região fazem dela uma das mais importantes no que diz respeito à produção e minerais industriais. Considerando apenas os bens minerais enfocados pelo projeto são cerca de 40 produtores de areia (e saibro), 20 produtores de brita, 64 de calcário, e 210 olarias (consumidores de argila), completando 334 indústrias. Em termos de requerimentos minerais para essas mesmas substâncias identificou-se 1.218 áreas oneradas junto ao DNPM.

A Amostragem de areia encontra-se praticamente concluída (>90%) e encontra-se em andamento a amostragem de brita (50%). A amostragem de argila foi iniciada nesta etapa de campo e se aguarda para meados de outubro/início de novembro a amostragem dos calcários.

No município de Ponta Grossa foi realizada uma reunião técnica com Liliane Claudino Ferreira no Laboratório de Cerâmica Vermelha do SENAI, avaliando a possibilidade da execução de ensaios tecnológicos cerâmicos naquela instituição.

           Argila branca da base da cobertura.

Diretoria de Geologia e Recursos Minerais realiza reunião em Brasília


Apresentação do diretor Roberto Ventura
Acontece nesta terça-feira (1/10) e amanhã, na CPRM em Brasília, reunião técnica da Diretoria de Geologia e Recursos Minerais (DGM), das 9 às 18horas. O diretor Roberto Ventura fez abertura do encontro e apresentou as diretrizes estratégicas para o desenvolvimento de projetos em 2014. O superintendente de planejamento, Edivaldo de Assis falou sobre a estrutura organizacional dos projetos da CPRM.


No período da tarde, os pesquisadores em geociências, Valdir Silveira e Reginaldo Alves apresentarão a atualização dos Projetos do DEREM e do DEGEO, ações executadas em 2013, iniciadas e em curso.
Participantes da reunião 
O assessor Noevaldo Teixeira explicará o Plano de Treinamento da CPRM e o assessor Marco Tulio Naves as planilhas de acompanhamento de projetos. O superintendente de Porto Alegre, José Andriotti e o coordenador executivo, Fernando Rego estão presentes na reunião.