terça-feira, 25 de outubro de 2011

Curso de editoração e diagramação capacita técnicos

Capacitação na área de editoração e diagramação final das cartas temáticas, com ênfase no gerenciamento de dados cartográficos será oferecida aos agentes de mapeamento que trabalham diretamente nessa área e que precisam ter conhecimentos básicos das ferramentas do software “ArcGis”, versão 10.  O curso será realizado de 7 a 11 de novembro, na Sala de Treinamento, no Escritório da CPRM no Rio de Janeiro.


A proposta é também orientar o gerenciamento dos arquivos e a estruturação dos dados vetoriais, utilizando as ferramentas do software. A Divisão de Cartografia (Dicart) do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) pretende capacitar, padronizar os produtos, tornar o trabalho mais ágil, além de manter a objetividade das pesquisas desenvolvidas.

O curso abrange os tópicos: Cartografia x Geoprocessamento; Sistema de Coordenadas e de Projeções; Gerenciamento da Base Cartográfica no Geodatabase; Gerenciamento de Tabelas; Planejamento e Criação do Layout; Padrão de legenda/simbologia, utilizados pelo SGB; Workshop.

Durante os cinco dias, o curso vai totalizar 40 horas. As vagas desse curso já foram preenchidas. Mas, novas capacitações serão realizadas. Acompanhe o Informe Serviço Geológico do Brasil e participe!

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Geólogo da CPRM ministra palestra sobre geologia médica no Congresso Brasileiro de Patologia

O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) foi representado no XXVIII Congresso Brasileiro de Patologia e XXVIII Congresso de La Sociedad Latinoamericana de Patologia pelo responsável pelo Departamento de Gestão Territorial, o geólogo Cássio Roberto da Silva. O Congresso aconteceu entres os dias 11 e 15 de outubro, em Maceió (AL), e teve como tema “Dificuldades Diagnósticas e Novos Conceitos em Patologia”.


Cássio iniciou a palestra “Geologia Médica: uma disciplina transversal” afirmando que a geologia, nos últimos 16 anos, vem se destacando como importante instrumento de avaliação ambiental e da saúde pública, por meio de uma nova disciplina denominada Geologia Médica. “No sentido amplo é descrita como o estudo das relações entre os fatores geológicos naturais e induzidos pelo homem e a saúde, visando ao bem-estar dos seres humanos e outros organismos vivos”.

“Os seres vivos necessitam, para sua sobrevivência, de determinados elementos químicos, os quais são ingeridos, principalmente, através da água e dos alimentos. Para os humanos, são essenciais como macronutrientes C, Ca, Cl, P, K, Na, N, S, O, H; como micronutrientes, Co, Cr, Cu, Fe, F, I, Mg, Mn, Mo, Ni, Se, Si, V, Zn. A carência e/ou o excesso desses elementos acarreta prejuízo à saúde”, explicou geólogo.

Ele afirmou que as questões associadas à saúde geralmente se referem a seres humanos e outras criaturas vivas, ao passo que o foco da geologia é sobre o inanimado e o passado distante. Assim, embora possam estar em áreas distintas do conhecimento ou requeiram diferentes abordagens de investigação, as relações diretas entre estas duas disciplinas não podem ser ignoradas. “A vida desenvolve-se numa matriz de materiais da terra – rochas, minerais, solos, água, ar – cuja disponibilidade exerce um profundo controle sobre o que todas as criaturas vivas ingerem e como elas se desenvolvem biológica e culturalmente, assim, somos o que comemos e bebemos”.

Ao final da palestra, declarou que a união proporcionada pela Geologia Médica entre geólogos e outros cientistas como médicos, odontólogos, veterinários e biólogos, num esforço para resolver local e globalmente as questões de saúde, fortalece e integra pesquisas para a redução das ameaças ambientais.

Geologia Médica - Ciência multidisciplinar que estuda as variações regionais na distribuição dos elementos, principalmente os metálicos e metaloides, seu comportamento geológico-geoquímico, as contaminações naturais e antrópicas e os danos à saúde humana, animal ou vegetal por excesso ou deficiência.


DNPM realiza leilão de bens minerais apreendidos

O Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) realizará, no dia 09 de novembro, em Porto Velho, Rondônia, o 1º leilão de bens minerais apreendidos deste ano. O evento será realizado no auditório da Superintendência do DNPM em Porto Velho. Serão leiloados cassiterita, columbita-tantalita, quartzo rutilado, entre outros minerais. Ao todo, irão a leilão 9 lotes. A descrição desses lotes poderá ser obtida no local de sua realização, nas Superintendências do DNPM em Porto Velho/RO ou no site do DNPM www.dnpm.gov.br e também por meio do edital.


Foto ilustrativa
Poderão participar pessoas físicas e pessoas jurídicas regularmente constituídas, inscritas no Cadastro de Pessoa Física (CPF) e no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), devidamente habilitada. O período de visitação dos lotes será de 1º a 8 de novembro de 2011 nas Superintendências do DNPM em Belém, com minerais em Itaituba (Pará); em Porto Velho,  Jarú e Bom Futuro (Rondônia); Cuiabá (Mato Grosso); e Boa Vista (Roraima). As datas deverão ser agendadas nas respectivas Superintendências.

Os lotes não arrematados poderão ser incluídos em um próximo leilão do DNPM, devendo os bens minerais retornarem para a responsabilidade da autarquia. O credenciamento para o leilão será nos dias 08 e 09 de novembro, das 9h às 17h30, sendo que  no dia 09, das 8h30 às 9h30.

Os lances ocorrerão no dia 09 de novembro, das 10h às 14h, ou até concluir os lotes.



O que: leilão de bens minerais apreendidos
Contatos: (11) 5906-0409 (79) 32313011 (61) 3312-6754.
Local: Superintendência do DNPM em Rondônia.
Endereço: Av. Lauro Sodré, 2.661 – Porto Velho/RO
Horário: das 10h às 14h
Data: 09/11

Veja o edital: clique aqui

Secretário defende mudança na legislação mineral

Em audiência pública nas comissões de Serviço de Infraestrutura e de Assuntos Econômicos do Senado Federal, o secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do Ministério de Minas e Energia, Claudio Scliar, voltou a defender mudanças na legislação que rege o setor mineral brasileiro. As leis atuais, segundo o secretário, “são obsoletas, geram incertezas e judicializações”.

A pauta do encontro foi o Projeto de Lei nº 01/11, de autoria do senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), que altera a cobrança da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (Cfem), tema sob análise das duas comissões do Senado.

O secretário argumentou que a base de cálculo da legislação atual “muitas vezes não guarda adesão à dinâmica do mercado”. Para ele, a diferenciação das alíquotas não respeita critérios técnicos ou econômicos, e a sistemática pune a agregação de valor em território nacional e não diferencia projetos comuns de projetos de elevada rentabilidade. No entendimento do secretário, as leis 7.990/1989 e 8.001/1990 estão desatualizadas.

Durante a audiência, Cláudio Scliar fez uma rápida explanação sobre a evolução do recolhimento da Cfem. Segundo ele, entre 2004 e 2011, o valor recolhido aumentou de R$ 260 milhões para R$ 1 bilhão. Parte deste montante refere-se ao aumento do preço dos bens minerais, com destaque para o minério de ferro, e parte decorre “de uma melhor atuação do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM)”. Minas Gerais e Pará são os estados líderes em arrecadação da Cfem.

O secretário também apresentou um quadro com informações de 2003 a 2011 sobre a variação do preço de metais da “London Metais Of London” que não foram afetadas pelas leis que regulamentam o setor mineral de países como Chile, Índia, Peru, Canadá, Austrália e África do Sul.

Fonte: Ministério de Minas e Energia

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Mineração brasileira salta para quarto lugar no ranking mundial

A indústria de mineração do Brasil galgou quatro posições no ranking mundial em 30 anos, tornando-se a quarta do mundo ao final da década passada, com valor de US$ 36,8 bilhões. O estudo, da United States Geological Survey (USGS), entidade americana que é referência mundial do setor, foi reportado pela publicação especializada "Brasil Mineral". O levantamento da USGS, divulgado recentemente com dados globais até 2009, não inclui informações dos chamados minerais energéticos - petróleo, gás e carvão.


Conforme o estudo, a indústria mineral brasileira, com valor de US$ 4,3 bilhões, estava em oitavo lugar em 1978. Ficava atrás da chilena, chinesa, australiana, canadense, sul-africana, americana e soviética e apenas à frente de Peru e Índia, entre as dez maiores do mundo.Nas estatísticas de 1993 da USGS, a mineração brasileira triplicou seu valor e saltou para a sexta posição, tendo à frente Rússia, África do Sul, EUA, China e Austrália.

Na mais recente compilação de dados, o Brasil deixou para trás os EUA, Rússia e África do Sul, tendo à frente dois outros países integrantes dos Brics - China, na liderança, e Índia, em terceiro lugar. A indústria mineral australiana, na ponta no estudo de 1993, perdeu o posto para a chinesa.

Fonte: Valor Econômico

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Posse dos diretores destaca a valorização dos profissionais da CPRM

Roberto Santos, Eduardo Santa Helena, Manoel Barretto,
 Antônio Nunes e Thales Sampaio
A posse dos novos diretores do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) foi um momento importante para a empresa e o setor mineral no Brasil. Na ocasião, o diretor-presidente Manoel Barretto saudou os profissionais e superintendentes regionais da CPRM, convidados e autoridades. O evento, no Rio de Janeiro dia 6 de outubro, reuniu muitos funcionários que queriam escutar e conhecer pessoalmente os novos diretores. As superintendências e residências acompanharam o evento pela internet em tempo real.


Tomaram posse os diretores: de Administração e Finanças, Eduardo Santa Helena, de Relações Institucionais e Desenvolvimento, Antônio Carlos Bacelar Nunes; de Geologia e Recursos Minerais, Roberto Ventura Santos; Hidrologia e Gestão Territorial, Thales de Queiroz Sampaio.

Barretto falou dos desafios e das conquistas da CPRM, como o acordo coletivo e a questão do PCCS. “Criamos uma comissão que vai acompanhar a questão e identificar possíveis dificuldades, e vamos organizar um novo concurso em 2012”, informou o diretor-presidente. Para ele, a prioridade da nova gestão é melhor a comunicação interna, capacitar os profissionais, criar projetos inovadores, organizar mais congressos e valorizar o trabalho de todos.

No discurso de posse, Santa Helena destacou os avanços, como a Gratificação de Desempenho de Atividade Geocientífica (GDAG), a promoção, progressão e o plano de carreira. “O mundo muda muito rápido e queremos acompanhar essas mudanças. É essencial focar na gestão de pessoas e investir cada vez mais nos funcionários”.

Emocionado, Thales compartilhou a imensa alegria que estava sentindo e pediu a Deus humildade para essa nova jornada. “Precisamos formar novas parcerias e termos uma diretoria bastante integrada”. Em seguida, Bacelar afirmou que “gostaria de abraçar todos os presentes”. Disse que é como reviver o momento de quando recebeu o convite para se tornar geólogo da CPRM para trabalhar na Amazônia.

Para finalizar, Roberto Ventura disse que para a empresa crescer a CPRM precisa pensar no cliente. “Vamos investir nos gerentes e desenvolver líderes”, finalizou.

domingo, 2 de outubro de 2011

Funcionários de Salvador são homenageados por tempo de serviço


Na ultima sexta-feira (27/9), em Salvador, foram homenageados 13 empregados que completaram 35 e 40 anos de serviços prestados à CPRM e aniversariantes do 3º trimestre. Com as presenças do diretor-presidente da CPRM, Manoel Barretto, do subsecretario de Minas, Metalurgia e Transformação, Telton Correia, do superintendente de Salvador, Teobaldo Rodrigues, do presidente da Associação dos Empregados de Salvador, Cristovaldo Santos e demais colaboradores.

Após o ato solene de entrega dos diplomas e dos pins, foi degustado Caruru acompanhado de voz e violão da geóloga Karla Olindina e do geólogo Valter Sobrinho.

Confira as fotos: Homenagem aos funcionários de Salvador