segunda-feira, 25 de junho de 2012

CPRM participa de oficina de compostagem


Equipe na oficina de compostagem em evento
paralelo à Rio+20

Membros da comissão do Programa de Sustentabilidade do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) participaram, durante a Rio+20, na Praia do Flamengo, da oficina de compostagem de resíduos orgânicos, realizada pelo Centro de Estudos e Promoção da Agricultura de Grupo  (Cepagro). A equipe participou do curso com o objetivo de conhecer o processo e analisar a possibilidade de implantar o sistema de compostagem na empresa, através dos resíduos do pré-preparo do restaurante, da creche e das folhas da poda das árvores do jardim do escritório do Rio de Janeiro.


A implantação do sistema de compostagem é apenas um dos projetos que fazem parte do programa de sustentabilidade da CPRM. Para o responsável pela retomada do processo de reciclagem na empresa, Antonio Carlos de Carvalho, o lixo é uma questão mundial importante. “O lixo também é um problema nosso. Queremos trazer o projeto para a empresa, incialmente para o ERJ, e depois para todas as superintendências. Com as oficinas, as pessoas também vão aprender a cuidar do lixo em casa”, explicou Antonio Carlos.

O que é compostagem?

Compostagem é o conjunto de técnicas aplicadas para controlar a decomposição de materiais orgânicos, com a finalidade de obter, no menor tempo possível, um material rico em húmus e nutrientes minerais. É um processo biológico em que os microrganismos transformam a matéria orgânica, como estrume, folhas, papel e restos de comida, num material semelhante ao solo, a que se chama composto, e que pode ser utilizado como adubo.

A compostagem dá finalidade para mais de 50% do lixo doméstico, ao mesmo tempo em que melhora a estrutura e aduba o solo, gera redução de herbicidas e pesticidas devido à presença de fungicidas naturais e microorganismos, e aumenta a retenção de água pelo solo. 

“Pesquisas da CPRM darão novas perspectivas à geologia da Bahia”, diz Superintendente de Salvador


Teobaldo Rodrigues fala sobre metas de sua gestão
à frente da Superintendência
Em entrevista exclusiva para o Informe CPRM, o novo superintendente de Salvador, geólogo Teobaldo Rodrigues, fala sobre o cenário do setor mineral na Bahia, que segundo ele, nunca recebeu tanto investimento da iniciativa privada como agora.  “Nos últimos dez anos grandes empresas de mineração se instalaram na Bahia, e novas pesquisas estão sendo feitas”. O geólogo anuncia que a CPRM irá realizar o mapeamento geológico de 12 mil Km² no estado. “Serão quatro novas folhas na escala 1:100.000”, informa.


Rodrigues avisa que em breve serão anunciados os resultados de projetos em fase conclusão que mudarão os entendimentos geológicos nas regiões onde foram desenvolvidos, abrindo assim, “perspectivas de investimentos nessas áreas”, que de acordo com ele, estão tendo a sua “litologia e ambiência geológica interpretadas.” O superintendente  acrescenta  também a importância  de aperfeiçoar os instrumentos de gestão e diz que sua meta é construir  uma sede definitiva  para atender as necessidades atuais da Superintendência. Confira a entrevista.

Como o senhor avalia o cenário do setor mineral na Bahia?

Teobaldo -Nunca se investiu tanto em pesquisa como agora.  Nos últimos dez anos foram descobertos novos depósitos de bens minerais no estado, como por exemplo, de bauxita, tório, níquel, novas anomalias de cobre, diamante e vanádio, além da reativação da mina de ouro em Jacobina e expansão de outros projetos, como implantação e ampliação da mina de níquel da empresa Mirabela.  Grandes empresas de mineração se instalaram no Bahia, e novas pesquisas estão sendo feitas pela iniciativa privada em busca de bauxita, níquel, ferro, terras raras, diamante, manganês e minério de ferro.

Qual é a importância da CPRM no processo de conhecimento geológico do subsolo baiano?

Teobaldo -A empresa ajudou a alavancar esse crescimento do setor e terá papel relevante nos próximos anos com os novos projetos que começaremos a executar ainda este ano.  Serão quatro novas folhas (Andorinhas, Peões, Monte Santo e Uauá) de mapeamento geológico, na escala 1:100.000, o que  totalizará  12 mil Km² de área pesquisada  onde há  interesse para a mineração. Esses projetos têm a perspectiva de mudar a geologia das regiões mapeadas e contribuir para ampliação das reservas e elevar a Bahia à terceira colocação no ranking dos maiores Estados produtores de bens minerais.

Quais serão as metas de sua gestão?

Teobaldo - Vim para ajudar no processo de reestruturação da empresa. Fui muito bem recebido pelos funcionários, que estão motivados. Minha meta é integrar as áreas administrativa e técnica e criar novos instrumentos de gestão para aperfeiçoar o trabalho e gerenciar melhor nossos recursos financeiros, materiais e humanos. Conto com o apoio da diretoria para construir uma sede definitiva para a Superintendência. As instalações atuais foram construídas para serem provisórias e já se passou bastante tempo. Pela importância dos projetos que executamos e a necessidade de melhorar a qualidade de vida de nossos profissionais vamos apresentar uma proposta para o novo prédio que terá laboratórios, biblioteca e museu.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Diretoria de Administração e Finanças realiza oficina na Superintendência de Salvador

Diretor Eduardo Santa Helena fala sobre a implantação
de novos sistemas e ferramentas de gestão


Dando prosseguimento ao projeto “DAF Itinerante”, a Diretoria de Administração e Finanças, realizou entre os dias 20 e 21 de junho, oficina de trabalho na Superintendência Regional de Salvador. O encontro reuniu 25 empregados que atuam na área administrativa e financeira da unidade e contou com a presença do diretor Eduardo Santa Helena, e do superintendente Teobaldo Rodrigues. Durante a oficina, especialistas em gestão do Escritório do Rio de Janeiro e Brasília, mediaram dinâmicas de grupo visando identificar e propor soluções para os principais problemas apontados pelos participantes do evento.

Participantes foram divididos em grupos de trabalho
Segundo Eduardo Santa Helena, a iniciativa tem o objetivo de diagnosticar e propor ações com a finalidade de melhorar o desempenho das atividades administrativas e financeiras nas unidades da empresa. “Estamos indo às unidades conhecer as dificuldades específicas de cada área para construirmos um processo coletivo de gestão mais eficiente”, disse. O diretor destacou também que a empresa está revendo processos e implantando novos sistemas e ferramentas para modernizar a instituição. “Esse projeto visa interagir com as áreas finalísticas da empresa”, afirma Santa Helena. Ela avisa que todas as unidades irão receber visita do projeto.

Especialistas facilitaram as dinâmicas de grupo
Para o gerente de Administração e Finanças da Superintendência, Aliomar Ramos, o encontro ajuda a “eliminar gargalos da área porque melhora a comunicação entre a unidade e a DAF”, destaca o gerente. A mesma opinião também é compartilhada por Viviane Silva, que trabalha do setor de contabilidade. “Nunca tivemos um espaço como este para debater nossos problemas e juntos encontrarmos soluções. Pela primeira vez estamos dialogando e discutindo coletivamente as necessidades da Gerafi”, avalia Viviane.

Cada grupo discutiu problemas e soluções
de sua área de atuação

Rafaela Viana é assistente social da Superintendência, ela acredita que a iniciativa aproxima e motiva os empregados. “A medida que a DAF passa a ouvir mais nossas demandas e a nos ajudar a resolve-las, isso motiva e aproxima cada vez mais os empregados”, pondera assistente social. O projeto está sob a coordenação do coordenador executivo da DAF, João Orban; do assessor Fernando Augusto; e do analista em geociências, Saulo Anacleto.

Representantes da CPRM participam de Mesa Redonda na Rio+20


O chefe da Divisão de Hidrologia Aplicada, engenheiro hidrólogo Achiles Monteiro, representando o Diretor de Hidrologia e Gestão Territorial da CPRM Thales Sampaio, participou, no dia 21 de junho no Pavilhão da França na Rio +20, da mesa redonda intitulada O Espaço para o desenvolvimento durável dos territórios do Sul: aplicação na gestão solidária de recursos de água e florestas tropicais”. Na sessão foi discutida a observação da terra via tecnologias de sensoriamento remoto dando suporte a gestão territorial. Achiles Monteiro destacou a missão da CPRM no levantamento geológico e hidrológico e a importância da CPRM na pesquisa espacial que será o futuro do monitoramento hidrológico.


A mesa foi presidida pelo diretor do Expertise et Spatialisation des Connaissances en Environnement (ESPACE-DEV), Frédéric Huynh do IRD. Desta seção participaram o Diretor Geral do IRD Michel Laurent, o ex-diretor geral do INPE Gilberto Camara, a diretora de pesquisa do IRD , Frédérique Seyler, e outros pesquisadores da França, Estados Unidos , Gabão e Brasil.

Frédéric Huynh apresentou a CPRM como parceiro do IRD em pesquisas em sensoriamento remoto e Frédérique Seyler destacou as atividades da CPRM em cooperação com o IRD em pesquisas na Amazônia ,voltadas a tecnologias de sensoriamento remoto para o monitoramento hidrológico em especial na calibração de satélites altímetros a partir de receptores GPS. Pesquisa esta na qual o engenheiro cartógrafo da CPRM (DEHID/DIHAPI) Daniel Moreira está no momento trabalhando em Toulouse no CNES/GRGS.

No fim do evento foram homenageados com a Medalha do Mérito da Republica Francesa pelo IRD o diretor do INPE Gilberto Câmara pela contribuição do Brasil em sensoriamento remoto e o Professor em economia da Universidade Federal do Ceará Antônio Rocha Magalhães por seu trabalho das Terras Secas e Áridas do Brasil junto à Comunidade Internacional.

O evento foi transmitido para TV francesa e vídeos do evento estão disponíveis no link: http://www.tvrioplus20france.org/

Ao longo da Conferência Rio+20, outros representantes da CPRM também participaram das discussões, entre eles, o diretor-presidente do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), Manoel Barretto, o diretor de Relações Institucionais e Desenvolvimento, Antônio Bacelar, o engenheiro hidrólogo Frederico Peixinho e o geólogo Claudionor Araújo.




quinta-feira, 21 de junho de 2012

Serviço de Informações ao Cidadão da CPRM registrou 13 pedidos


Um mês após a implementação da Lei de Acesso à informação (LAI), a CPRM recebeu 13 pedidos ao Serviço de Informações ao Cidadão (SIC), que vão desde questões referentes às Geociências até informações sobre a Administração Pública. Destes, 11 já foram atendidos e dois estão em tramitação.


Tanto o pedido quanto a resposta dos órgãos e entidades devem obedecer às regras estabelecidas pela lei, complementadas pelo Decreto 7.724/2012. O órgão ou entidade tem até 20 dias para atender ao pedido, prazo que pode ser prorrogado por mais 10 dias, se houver justificativa. O prazo de resposta começa a contar a partir da entrada do pedido no SIC.

Para Cláudia Lopes, gestora do Sistema na CPRM, o SIC representa um avanço significativo no aspecto da transparência do serviço público e vai impactar diretamente na vida das pessoas. “É um avanço em razão da luta da sociedade para que haja mais transparência no serviço público. Agora, o cidadão tem um amparo legal e com prazos pré-fixados para que tenha acesso a informação”, afirma.

Para esclarecer pontos relativos à Lei de Acesso à Informação a equipe responsável pela implementação do SIC na CPRM, formada por Cláudia Victor e Geyson Rodrigues, realizou um ciclo de palestras em 11 unidades do Serviço Geológico do Brasil. As palestras tiveram início no dia 24 de maio, em Porto Alegre e terminaram em 13 de junho na Superintendência Regional de Goiânia.

Desde 16 de maio, todos os órgãos e entidades dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, bem como todos os Tribunais de Contas e o Ministério Público, além das entidades privadas sem fins lucrativos que recebem recursos públicos estão submetidos à Lei de Acesso à Informação e deverão disponibilizar as informações públicas para a sociedade, com agilidade, de forma transparente, clara e em linguagem de fácil compreensão.


Geólogos da CPRM participam de bate-papo com pré-vestibulandos

Colaboradoras da CPRM e os alunos do Colégio Santa Catarina de Sena
Representantes da Superintendência Regional de Belém (Sureg-BE) participaram ontem (20/06) de um bate-papo com alunos pré-vestibulandos do Colégio Santa Catarina de Sena, em Belém. Durante o encontro com os estudantes, a geóloga Regina Célia Silva e a bibliotecária Nelma Ribeiro discutiram sobre o curso de Geologia e apresentaram as áreas de atuação do Serviço Geológico do Brasil (CPRM).


As colaboradoras compartilharam com os alunos experiências profissionais, vantagens e desvantagens da profissão. Para aproximar os estudantes da realidade do trabalho do geólogo, Regina usou fotos para demonstrar sua atuação em trabalhos de campos realizados na CPRM.

Após o debate foram sorteados entre os alunos jogos interativos relacionados à geologia. A ação faz parte do Projeto de Orientação Profissional da instituição de ensino.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

CPRM ministra palestra na Rio +20

Frederico Peixinho fala sobre conhecimento, inclusão
e qualidade de vida
Geólogos do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) participaram, nessa terça-feira (19/6), do Seminário Internacional Territórios Sem Fronteiras, no Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC), no estado do Rio de Janeiro. O evento, faz parte da programação paralela da Rio+20, é uma iniciativa latino-americana, que discute cooperação e solidariedade tecnológica para a sustentabilidade no marco da Agenda 21.

Durante o painel “Gestão do Conhecimento para Inclusão Social”, o chefe do Departamento de Hidrologia, o engenheiro hidrólogo Frederico Peixinho, ministrou palestra sobre as atividades e estratégias de atuação da CPRM. Peixinho destacou a importância dos sistemas de alerta que monitoram os rios brasileiros, mapeamento de áreas de risco e políticas públicas. “A estratégia do Serviço Geológico vai desde o levantamento básico até a base de dados, utilizada para fazer os estudos interpretativos que difundem e transformam a informação em conhecimento”, explicou.

O geólogo Claudionor Araújo, assessor da Diretoria de Hidrologia e Gestão Territorial (DHT), também prestigiou o evento, que contou com a presença de parlamentares, prefeitos e representantes de entidades da sociedade civil.



 Frederico Peixinho e Claudionor Araújo
se reúnem com participantes do seminário